...não precisa mudar...


01/12/2008


...

Pq é que quando a dor de cotovelo passa, a gente acha as "dores de amor" a coisa mais ridícula do mundo?!?!...rsrs

 

Costumo brincar com minhas amigas dizendo que minhas decepções amorosas duram, no máximo, 2 dias... depois disso, vc passa um rímel nos olhos, batom na boca, vai prá vida e cai no mundo... mesmo que estraçalhada por dentro...rsrs

 

Chega, chega, chega e chega!!!... =)

Escrito por Tali Godoy às 17h43
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24/11/2008


Fim!

Pablo de fato agora não é mais meu! ( http://tali.godoy.zip.net/arch2008-10-05_2008-10-11.html ). Estou partida, estraçalhada... a dor do amor chega á virar dor física. Não quero mais chorar, não quero mais amar sozinha!

 

Soneto de despedida (Vinícius de Moraes)

 

Uma luz no céu apareceu,

cheia e branca; foi quando emocionada,

a mulher a meu lado estremeceu,

e se entregou sem que eu disesse nada.

 

Larguei-a pela jovem madrugada,

ambas brancas, cheias e sem véu,

perdida uma, a outra abandonada,

uma na terra, outra no céu.

 

Mas não partira delas; a mais louca,

apaixonou-me o pensamento; dei-o,

Feliz - eu de amor pouco e vida pouca.

 

Mas que tinha deixado em meu enleio,

um sorriso de carne em sua boca,

uma gota de leite no seu seio.

 

Escrito por Tali Godoy às 11h39
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30/10/2008


Sem histórinha!

Ahhhhhhhhhh, quem nunca jogou conversa fora no msn que atire a primeira pedra!!! Adoro msn... acho até que ele seja um mal necessário! Interurbano pro Japão é muito caro, por exemplo... daí o método mais em conta prá matar a saudades de quem está do outro lado do mundo, é mesmo msn... mas tudo, absolutamente tudo, tem os prós e os contras.

 

Tem coisa mais chata do que você estar conversando com alguém, demorar três minutos prá responder e o povo começar á te chamar á atenção? E aqueles outros que estão ocupados e insistem em fica on-line e quando você chama prá bater papo, não te dão a mínima? E pior que isso... aqueles que não estão em casa e deixam on com aquelas frases do tipo: “tô na academia”, “tomando banho”, “batendo punheta”; ah, não é o fim!!! Se não tá na frente do computador, prá que ficar on?!?!

 

Outra coisa chata... aquela galera que não coloca o nome e lança aquelas frases do tipo “Tigrão, te amo... volta prá mim!”, ou então, “Micareta no Bronx”, “bate-papo no chuveiro com o namorado... hummmm, delícia”. Fala sério, galera, assim não dá... é humanamente impossível adivinhar que o nick “Gatinha, linda sarada e malhada” é daquela sua vizinha magrela e óculos fundo de garrafa. Não, não, não e não!

 

Mas pior do que isso tudo, é a galera que começa á namorar e acha que tem que dar a senha de tudo quando é coisa prá namorada ou pro namorado: e-mail, msn, Orkut e até do banco... =); antes de ontem entrei no msn em casa e encontrei um cara que eu saí á muito, muito, muito tempo atrás. Como ele é uma coisa muito da gostosa (hehehe) decidi puxa papo prá ver no que dava... e sabe no que deu? Deu muita confusão, isso sim! Depois de um tempão conversando descobri que não era ele! Pois é minha gente... era a LOUCA da namorada do cara. Por sorte, eu me liguei que ele tava muito doce pro meu gosto...rsrsrs

 

Enfim, tirando tuuuuuuuuuuudo o que é ruim, é bom! Esses dias mesmo tava conversando com uma prima que mora no interior e á tempos não vejo... foi uma delícia! É bom prá matar a saudades nessa nossa vida tumultuada; é bom prá dar um alô prá quem não está por perto; é bom prá se abrir (já reparou que no msn acabamos falando coisas que pessoalmente nunca iríamos falar?!?!...hehehehehe)... é bom porque é bom! Só não me venha com histórinha!... =)

Escrito por Tali Godoy às 16h26
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20/10/2008


600 km pela Dutra!

Sempre acreditei em amizades verdadeiras e duradouras, sempre mesmo! Mas nunca pensei que viveria algo tão intenso, tão mágico e tão grandioso.

 

Á doze anos atrás, quando estava na 6ª série, minha mãe decidiu me mudar de colégio; como argumento, ela usou as seguintes frases: vai ser bom prá você, irá conquistar novos espaços, novos amigos, terá novas perspectivas, novos horizontes, novos planos! e blá, blá, blá...rsrs; nunca estudei em colégio particular, minha vida toda foi sempre em escolas públicas, mas minha mãe sempre fez de tudo para que eu estivesse nas melhores.

 

A princípio não queria. Era longe de casa, tinha que pegar dois ônibus para chegar e eu, sempre gordinha e cheia de preguiça, me sentia desanimada. Tinha que buscar alguma motivação e fui percebendo que, as amizades que conquistava naquele lugar, era o ‘up’ que faltava. Talvez por estar entrando na adolescência, talvez por começar á ver o mundo com outros olhos, meus amigos foram fazendo toda a diferença.

 

Dentre todos, conheci Viviane. Indiferente ao meus olhos! Metidinha, patricinha, nariz em pé, magrela, cabelos enormes, lisos, escorridos, o pai dela era policial, tinha uma disciplina rígida, era tímida... resumindo, tudo o que eu era, ela não era! Um grande contraste, de tudo! Dois dias depois do primeiro dia de aula, o inimaginável: nos aproximamos uma na outra!

 

Vivi era (e ainda é!) o meu oposto. Enquanto eu vivia na rodinha dos meninos, jogando truco, organizando festinhas, ela ficava de fora, só observando; enquanto eu andava com meu cabelão esvoaçante, no maior estilo ‘hiponga’, ela se continha com seus cabelos lisos, presos num rabo de cavalo; enquanto eu ria escancaradamente, alto, ela ria baixo; enquanto eu entrava na minha fase mais galinha (isso mesmo gente, já fui galinha!!!...rsrs), ela começou á namorar.

 

Ahhhhhhhhhhh não, ela começar á namorar era de mais prá mim! Como boa taurina, o ciúmes predomina! Costumo brincar com meus amigos que tenho ciúmes até do que (ainda!) não é meu; e com ela não foi diferente. Mas demos um jeito nisso. Seu namorado acabou virando meu irmão praticamente, todos grandes amigos.

 

Dois anos depois, a notícia bombástica! Com nosso ingresso no colegial, as turmas teriam que ser divididas em várias escolas diferente e acabamos nos separando.  Achamos sim, que seria o fim de uma amizade, mas ela só foi fortalecida.

 

Pelo menos uma vez por mês cabulava aula (era sempre eu quem cabulava, ela estudava de manhã e não tinha a menor graça cabular aula nesse horário!) para ir até a casa dela. Eram nossos melhores encontros! Colocávamos a conversa em dia, fofocávamos, lembrávamos com saudades de tudo o que tínhamos passado.  A amizade continuava forte.

 

Virar adulto tem um lado chato, cada um toma um rumo diferente. Ela saiu do colegial e foi direto prá faculdade: psicologia (ai meu Deus do Céu, ninguém merece uma amiga psicóloga!); eu saí e fui pro cursinho, depois fui prá faculdade de Jornalismo, tranquei, fiquei dois anos parada e voltei nesse ano, prá um curso que tem tudo á ver com o primeiro... agora faço Contábeis!...rsrs

 

Prá melhorar ainda mais nossa ‘relação’, Vivi arrumou um marido carioca! Isso mesmo minha gente C A R I O C A!!! Como ela não é boba nem nada, se mudou prá Cidade Maravilhosa e agora, além de todas nossas diferenças que ainda existem, ainda há a distância que não é pouca!

 

Só amando de mais uma pessoa prá suportar tamanha saudade, tantas diferenças e tantos contrastes! Enquanto ela morava em São Paulo, podíamos ficar tempos sem nos ver, mas eu sabia que, se pegasse dois ônibus, chegaria até a casa dela, daríamos boas risadas, tomaríamos um café com bolo delicioso e nossa vida seguiria como sempre foi. Agora existe 600 km (pela Dutra!) entre nós!

 

Mas a danada da Vivi arrumou um jeito de me prender á ela prá todo o sempre. Ela me deu o maior presente que eu poderia querer, me deu o maior presente em prova de uma amizade, me deu uma grande prova de amor: Vivi me deu sua filha para eu ser madrinha! A Giuliana (minha princesa!) chegou para nos alegrar no dia 09/10/2008 e agora, nem se ela resolver morar na Tailândia, nem que ela decida ir pro Círculo Polar Ártico, meu coração estará com elas. Tenho uma ‘carioquinha-da-gema’ só minha!!!... =)

Escrito por Tali Godoy às 17h19
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14/10/2008


Nostalgia

Uma parte muito feliz da minha vida foi a minha infância. Fui a neta mais nova por longos oito anos. Éramos quatorze primos! Quando estávamos juntos e se, por acaso, fossemos comprar bolachas, e todos quisessem de morango e eu quisesse de chocolate, meu voto era unânime e todos comeriam a que eu tinha escolhido. Sempre fui mimada, paparicada e muito, muito, muito amada. Lembro com muitas saudades de todos esses momentos.

 

Sempre gostei muito de interagir. Falo pelos cotovelos! Falo com quem não conheço, sorrio pras pessoas na rua, e sempre foi assim. Lembro de uma vez que fui ao cinema assistir ao filme dos Trapalhões e quando acabou a sessão, subi naquele palquinho que fica em frente á tela e comecei á dançar. Resultado: risada geral da platéia! Minha tia lembra até hoje dos créditos do filme sendo projetados em mim e essa história ainda rende boas risadas. Na verdade (mas que ninguém nos ouça!) é que não gostava de interagir... eu era exibida mesmo!!!...rs

 

Adorava cozinhar (e ainda adoro!)! Quando criança, aprontei uma das boas. Fui dormir na casa dos meus avós e decidi, de madrugada, que iria preparar um bolo (surpresa, claro!) prá minha avó tomar café da manhã no outro dia. Fui batendo todos os ingredientes (sem batedeira... esqueceram que era surpresa?!?) e quando chegou na parte da margarina, notei que tinha acabado. Não deu outra: coloquei maionese!!! Quando me perguntaram sobre aquele “gostinho diferente” não disse nada... só fui revelar o tal segredo muito tempo depois...rs

 

Também gostava muito do meu “lado moleque”. Parecia que meu joelho tinha um imã que o ligava ao chão; sempre estava estropiada, mal-trapadilha... ainda na casa dos meus avós, tinha um terreno na parte da trás que era o meu parque de diversões e dos meus primos; só tinha um detalhe: era todo de terra! Num dia de festa, minha mãe me colocou um vestido branco e avisou: não vai até o campinho e pronto! E adivinhem só? Rolei no barranco (daqueles que deixam a gente vermelho uma semana!) sem querer. Gente, minha casa caiu nesse dia!!! Só por Deus mesmo!!!

 

Ahhhhhhhhh, outra história boa... todo mundo sempre tem uma prima que quer ser a Xuxa, certo? Pois na minha família não era diferente! Mas ela era uma Xuxa autoritária (kkkkkkkk)! Além de querer que as meninas fossem as Paquitas, os meninos eram aquele grupo, o Dominó. E o bicho pegava prá quem errava a coreografia! Só que ser a caçula também tinha o lado ruim; quando estávamos só eu e ela (a Xuxa autoritária...rs) ela me obrigava á aprender várias coreografias e, até hoje, tenho trauma daquela música do “princípio, meio e fim” do Fábio Júnior. Vida dura!

 

Sem contar outra prima, que insistia em me colocar dentro da máquina de lavar roupas, me fazia ficar de olhos fechados e me dizia que, se eu abrisse os olhos, os ET’s iriam me pegar. Caçula sofre, minha gente! Mas com ela também aprendi á ler e escrever (a parte mais bacana!) e como tinha muita dificuldade em diferenciar o ‘b’ do ‘d’ ela me dizia que ‘o b é o que tem a barriguinha e o d é o que tem o bumbunzinho’ (muito didático esse método!); com ela também aprendi a andar de bicicleta e tomei vários tombos. E essa, ao invés da Xuxa autoritária, ouvia Engenheiros do Hawaii.

 

Que seção nostalgia! Relembrar essas histórias só me faz perceber o quanto sou feliz justamente por ter tido tudo isso na minha infância. Saber que tudo o que sou hoje, devo á essas pessoas maravilhosas que fizeram e ainda fazem parte da minha vida. Que mágico! Eu tenho certeza que essa criança que aprontou todas essas coisas ainda está muito viva dentro de mim; e mais, sei que ela que me dá forças prá superar esse monte de problemas de adulto! É clichê, é frase feita... mas nunca deixe sua criança morrer!

Escrito por Tali Godoy às 15h38
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07/10/2008


Começo do fim!

Todos os carinhos de Pablo não eram mais meus! Mesmo quando ele estava em meus braços sentia um vazio tão grande que minha alma se perdia na imensidão.
 
Pablo tinha sido algo avassalador em minha vida. Mexia comigo por dentro, de uma forma inesperada e surpreendente. Nossa amizade vinha de longa data, de muito, muito, muito tempo.
 
Os anos foram passando e quando aconteceu nossa primeira transa foi... traumatizante! Mas depois, percebi que tudo podia ser bem pior. Foi insosso e sem graça. Mas meus sentimentos me confundiam e me faziam temer o futuro. Ou seria uma tragédia ou uma aventura. Acabou sendo os dois!
 
As primeiras transas foram ruins, até para mim, uma semi-virgem; mas com o passar dos tempos, foi melhorando. Ensinava a Pablo tudo o que aprendia pelas minhas gandaias; ensinava a controlar a respiração, a segurar o gozo; ensinei até a posição que ele deveria deixar a língua na hora do sexo oral e como movimentá-la a ponto de levar alguém até o céu. E ele eprendia perfeitamente. Não precisva mais dizer o que fazer nem como fazer. Pablo virou meu step para sexo. Tava á fim de uma noite de amor (amor = sexo delicioso), ligava e ele vinha.
 
Em um Sábado de Carnaval depois de muita vodka, cervejas e mais algumas biritas, dividimos nossa cama com uma grande amiga minha, Diana; nos conhecíamos des da época do pré primário. De repente aquela festa de Momo que começou tão sem-graça estava se transformando num dos momentos mais inesquecíveis da minha vida. No dia seguinte, no café da manhã, cada um de nós ainda estava com o gosto do outro nas entranhas.
 
Prá mim estava tudo perfeito. Tinhamos uma relação de afeto que impressionava. Pablo, além de meu amante preferido era também um ótimo amigo, parceiro para todas as horas. Quando ligava prá ele, com apenas um "alô" ele simplesmente desvendava todos os meus mais cruéis segredos. Ele estava em mim. Vivia em mim.
 
"Mas de uns tempos prá cá, meio sem querer, alguma coisa aconteceu"; do nada passamos a trocar carícias em público, ele fazia ceninhas de ciúmes, dizia que me amava olhando em meus olhos, me chamava de "minha mulher", e até brincava sobre como seriam nossos filhos. Fiquei impressionada. Pablo de fato agora era meu.
 
Tudo muito lindo, tudo muito bacana e o inesperado que eu já esperava aconteceu; Pablo fica, (isso mesmo, fica, se pega, se amassa) com uma amiga minha (que descobri nesse dia que não era minha amiga coisa nenhuma!), na minha frente, em um show de reggae. O mundo desabou sobre minha cabeça; parecia que tinha sido atropelada dezoito vezes por um caminhão carregado de entulhos. Mas como assim? E o nosso amor? E os nossos filhos? E nossa Toyota Fielder? Ó céus, ó vida, ó azar; Pablo me apunhalou pelas costas.
 
Nunca tive medo de dividir Pablo, tinha medo de perdê-lo. Sempre tive! Depois daquele sentimentalismo todo, daquela demonstração de afeto, daqueles olhos nos olhos, me achei no direito de questionar o por que daquilo tudo. E sabe o que ouvi? "Somos ótimos amantes, grandes parceiros, mas somos só amigos!". Eu juro, se naquele momento tivesse um Doze com certeza daria uns dois tiros exatamente no saco daquele filho da puta... ah, eu daria!!! Mas do alto dos meus 1,58m e de frente pr'áquela muralha de 1,92m me contive, respirei fundo, dei um abraço longo e pedi que ele saísse do meu carro. E esse, foi o começo do fim!

Escrito por Tali Godoy às 14h57
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30/09/2008


O que fazer com eles? O que fazer sem eles?

Tá bom gente, eu tô de bem dos meninos. Acho que essa birra de detestar tudo o que diz respeito ao sexo masculino já passou, afinal de contas, não tenho mais 6 anos de idade faz um certo tempo...rs; mas isso não quer dizer que eu os entenda, pelo contrário... cada dia que passa as idéias sobre eles, os HOMENS, se tornam mais indecifráveis na minha cabeça. Não consigo entendê-los... e o pior, não sou só eu... todas as minhas amigas do sexo feminino acham a mesma coisa (rs)... não sei por que...rs; e quando a gente diz que "todo homem é igual" não é por acaso. Vocês são iguais mesmo... quer dizer, com algumas variáveis que ás vezes fazem toda a diferença...rs, mas isso não é o assunto em questão...rs. As dúvidas são, seus FILHOS DA PUTA (rsrs... com todo respeito ás mãesinhas de vcs...rs): pq vcs nos fazem rir e chorar em menos de 5 minutos? Pq vcs nos amam e no dia seguinte nos ignoram? Pq, Santo Deus, que vcs não dizem tudo o que querem dizer ao invés de ficarem enrolando? Pq mesmo com 50 anos de idade e 25 de casado vcs conseguem fazer, ao mesmo tempo, três mulheres terem vontade de te matar? Pq vcs gostam tanto de bunda? Pq quando a gente acha que vai matar o primeiro de vcs que aparecer na nossa frente, vcs surgem com um sorriso encantador e um cheiro maravilhoso? Pq gostam tanto de sexo oral e tem a bendita fantasia de querer transar com duas mulheres ao mesmo tempo (queria ver se fossem dois homens...rs)? Pq vcs acham que sempre vão ter 20 anos de idade? Pq em alguns dias vcs chegam, dão bom dia, fazem massagem na gente e em outros passam por nós como se nós não estivessemos no mesmo lugar? Pq vcs sentem vergonha de assumir uma paixonite perante seus amigos só pq o seu novo amor não se encaixa nos perfis de beleza que são tidos como "normais" (rsrs)? Pq, mesmo a gente deixando vcs loucos de paixão, vcs não se rendem logo aos nossos encantos? Pq vcs adoram futebol, empinar pipa e se acham os implacáveis quando começam á falar da sua juventude? Pq vcs gostam tanto de nos irritar? Pq vcs assumem que já fumaram maconha, que já broxaram, que tão ficando careca mas não assumem que é encantador e maravilhoso acordar todas as manhãs do lado da mulher amada? Nossa... quantos pq's... e com certeza passaria o dia todo questionando... vcs, meus caros, são indecifráveis... porém, encantadores. Difícil imaginar a vida sem vcs, seus benditos...rs. Se algum de vcs se habilitar á tirar minhas dúvidas, estamos aí... mas me faça entender, antes que eu surte.

Escrito por Tali Godoy às 09h09
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26/09/2008


Ufa... Sexta!

Sexta chegou! Não via a hora!

 

Total sem inspiração... mas lembrei de uma música da Simone que é a minha cara... segue abaixo... =)

Bom findi á todos!!!

 

É Festa - Simone

Quando a gente ama faz qualquer loucura
Só se pensa em cama, se perde a censura
A alma desembesta, é festa, é festa, é festa, é festa...
Até quando o sol raiar

Quando a gente gosta, gosta de anarquia
Anda descomposta, fica mais vadia
Faz o que não presta, é festa, é festa, é festa, é festa...
Até quando o sol raiar

Quando a gente ama ri de orelha a orelha
Faz qualquer programa, o que der na telha
Canta até seresta, é festa, é festa, é festa, é festa...
Até quando o sol raiar

Quando a gente gosta some do analista
Topa até proposta de ser naturista
Ri de quem contesta, é festa, é festa, é festa, é festa...
Até quando o sol raiar

Quando a gente ama anda mais risonha
Vira mulher-dama, fica sem vergonha
Traz isso na testa, é festa, é festa, é festa, é festa...
Até quando o sol raiar

Quando a gente gosta claramente assume
E se alguém encosta morre de ciúme
Paga até sugesta, é festa, é festa, é festa, é festa...
Até quando o sol raiar

Ah! Vale tudo na hora da gente amar
E a gente diz coisas que nem ia imaginar
Me lambe, me morde, me arranha, me bate
Ah! Isso não tinha que acabar

Escrito por Tali Godoy às 16h44
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25/09/2008


Setembro á Fevereiro!

Minha vontade de escrever sempre esteve muito presente em mim; talvez por isso que no começo da minha vida academica tenha decidido por Jornalismo. Pirava em tudo o que eu lia e sempre quis muito ter minhas próprias histórias lidas por meia dúzia de pessoas. No ginásio uma professora de português nos dava todos os dias um tema e tínhamos que fazer uma dissertação em cima daquilo; alguns achavam um martírio; eu simplesmente AMAVA. Eram naqueles textos de colégio que colocava minhas emoções. Se você quisesse enxergar minha alma, bastaria você ler meu "Diário de Classe".

 

O tempo passou e até hoje o que eu escrevo é minha alma; uma amiga sempre diz que quando estamos tristes ficamos mais inspirados. Isso tem um certo 'q' de verdade. A tristeza e a melancolia nos levam á lugares até então desconhecidos; mas não gosto desse meu lado, tenho medo dele.

 

Hoje decidi escrever por que me lembrei de um cara (na verdade, quase todas as minhas histórias são em cima de um cara... ops, perdão pelo trocadilho). Lembrei de quanto ele me fez bem... e o quanto aquele filho da puta me fez mal!!! Simplesmente indescritível... e olha que era um homem de 1m70. Como um homem deste tamanho consegue fazer tamanho estrago??? Até hoje, não consigo entender!

 

Mauro não era propriamente bonito. Baixinho, meio barrigudinho, mal humorado; mas os cabelos negros, os olhos idem e aqueles cílios enormes me fizeram cair de quatro des do primeiro instante. De fato o que me fascinava em Mauro não era nenhum esteriótipo. O que me hipnotizava era a sua canalhice, a sua malandragem, a sua malemolência. O tipo de homem que todas as mães avisam as filhas quando nascem: não se aproxime dele! Mas Mauro era O cara! Impossível resistir á tanto charme.

 

Sempre fui um tanto gandaieira, sempre gostei de farra e de estar com pessoas que fossem muito diferentes de mim ou que fossem exatamente meu lado masculino... e aquele traste do Mauro era exatamente tudo isso. Des de que me conheço por gente amo o Carnaval; meus amigos costumam dizer que, de Setembro á Fevereiro, se quiser me achar, basta ir até uma quadra de escola de Samba. Mauro me mostrou o lado mágico das escolas, o barracão, a baterias e o festerê. Em uma noite fomos em simplesmente seis (isso mesmo, SEIS!!!) escolas de samba. Em cada uma que eu entrava era uma sensação nova e diferente e aquele cachorro-vira-lata do Mauro parecia político em época de eleição... conversava com a geral, amigo da galera. De lado eu só olhava e pensava: como é que ele consegue?!?!

 

Mas claro, não bastava Mauro me mostrar a magia do Carnaval se também não fosse um ótimo amante. Sempre gostei dessa coisa meio voyeur, e, depois que descobri o lado vadia do vadio, me acabei. Qualquer lugar era lugar, qualquer hora era hora. Hoje me lembro e penso como eu pude ser capaz de tamanha canalhice. Nos pegamos dentro do ônibus, na cozinha do escritório, na rua, nas pracinhas, dentro do carro, em drive-in, banheiro de boteco, na sala da minha casa com meu pai dormindo... é minha gente, foram várias emoções!!!... e aquele traste sempre vai ser lembrado por mim.

 

Não, não... calma pessoal... ele não morreu! Foi pior que isso... Mauro casou!!! Mas também tava na hora; um homem que namora á 12 anos já passou do ponto de casar. Confesso que fiquei triste! Ele não me convidou pro casamento e depois eu fiquei pensando: será que por acaso ele não teria um primo parecido com ele?!? Essa sim foi a maior tristeza!!!...rs

 

Escrito por litagodoy às 18h40
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